terça-feira, 25 de setembro de 2012

Keep calm and...


Não é sempre que venho escrever aqui. É mais quando não sei o que fazer, quando estou entediada, ou mesmo quando quero simplesmente desabafar qualquer porcaria que esteja passando na minha cabeça. Ou então quando estou fugindo do Facebook e percebo que não sei mais mexer na internet sem entrar lá. O que fazer? Com quem falar? O que ver?

Há algum tempo, fiquei 5 dias sem ver minhas notificações na rede social mais famosa do mundo. E lembro de ter ficado ótima! Passei meu tempo, antes gasto lá, fazendo minhas coisas - organizando arquivos do computador (aqueles que a gente sempre fala que vai arrumar depois), fazendo as unhas, cuidando dos cabelos, trabalhando, lendo...

O bom disso é que a gente pára pra prestar mais atenção ao que está ao nosso redor. E dá tempo de pensar mais, refletir sobre aquelas coisas que a gente começa a pensar quando está prestes a dormir mas acaba não pensando muito porque o cansaço e o sono chegam logo.

E o que mais tem me intrigado ultimamente é o fato de o mundo estar de ponta-cabeça. Aliás, o mundo está em seu lugar... As pessoas é que estão reviradas. Valores tão simples e tão importantes são cada vez mais abafados por essa corrida atrás de sabe-se-lá-o-quê que deixa todo mundo abilolado das ideias. O ciclo de vida do ser humano, hoje, é basicamente assim: ele acorda, vai trabalhar, almoça qualquer coisa em qualquer lugar, volta pro trabalho, sai de lá, enfrenta o trânsito, chega em casa, toma um banho, come alguma coisa (pronta, de preferência), assiste ao jornal e à novela, entra na internet e vai dormir (quando consegue).

Isso tudo sem falar nas preocupações com contas a pagar, tarifas, extratos, boletos, cartões, cheques, juros, IPTU, IPVA, INSS... Dor de cabeça, dor nas costas, dor no pescoço, tensão, cansaço, insônia, depressão... Mercado, farmácia, aluguel, água, luz, telefone, roupas, sapatos... Ugh, dá até um frio na barriga!

O fato é que as pessoas esfriaram. E me pego pensando: se alguém um dia fez mal a você, você acaba ficando mais frio por causa disso, acaba se fechando mais pra não sofrer novamente aquele mal. Aí você pode chegar ao ponto de não se permitir mais relacionamentos muito amigáveis. Isso pode te levar a fazer mal a alguém, que poderá ficar mais fria por causa disso... E voilá! Estamos numa reação em cadeia frenética do novo milênio, em que ninguém mais confia em ninguém.

Isso se prova naquelas figuras com frases que falam sobre isso que são postadas no Facebook quase todo dia. Todo mundo se decepcionando com todo mundo - e ninguém confiando em ninguém. Será que é esse o mal do século? Afinal, muitos casos de depressão surgem por aí. A pessoa se isola, se fecha no seu mundinho, se aflige com tudo e se entristece ao ver que sua vida tá de mal a pior. Por isso, posso afirmar que o mal do século não é a depressão em si, mas aquilo que leva as pessoas a encontrá-la.

Aquelas histórias de ser feliz custe o que custar, de falar a verdade incondicionalmente, de viver cada dia como se fosse o último, parecem-me mais coisa de filme e de novela, onde tudo é possível, tudo é lindo e radiante, todos se amam e se perdoam sem ao menos conversar sobre o assunto. Creio, por isso, que a arte não imita a vida. E que a vida deveria ser como a arte - mas não é. A não ser em filmes dramáticos e em novelas polêmicas que mostram as verdades nuas e cruas pro telespectador.

Pessoas se machucam consigo mesmas, como não se machucariam com outras? A maldade existe, a vingança, o ódio, a inveja. O que temos que fazer é aprender a driblar tudo isso de forma a não nos machucarmos tanto. Precisamos entender que o mundo está assim as pessoas são assim, e que não irão mudar. Só se você tomar a bela decisão de mudar por si só e de tentar mostrar sua mensagem de paz e amor através de seus atos. Aí podemos até ter alguma esperança.

O duro é a gente decidir isso. Simplesmente querer mudar, virar-se do avesso, ser diferente. Só que, a meu ver, somos o que somos hoje em virtude de tudo o que aconteceu no nosso passado. Se estamos mais frios, mais calados, mais fechados, é porque erramos ao ser mais calorosos, mais falantes, mais abertos. A nossa inocência se perde no meio desse caminho e a gente passa a duvidar de tudo, de ver maldade nas coisas. E aí a gente se pega com um pé atrás, prontos pra fugir caso qualquer coisa lembre um trauma, uma tragédia, uma tristeza antes vividos.

Assim, meu pensamento do dia é: vale a pena simplesmente deixar para trás tudo o que nos aconteceu para sermos uma nova pessoa? Vale a pena ignorarmos nosso passado e junto com ele todos os nossos aprendizados, para enfim tentar imitar a arte e sermos "mais felizes"? Tem como fingir que nada aconteceu e continuar acreditando nas pessoas, incondicionalmente?

Bom, talvez a minha dica seja: continue sendo quem você é, continue não acreditando em ninguém, continue falando o que pensa e o que sente, keep calm and... fuck all them.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Tomando banho no inverno

Você está parecendo um pacote de presente de amigo-secreto sarrista: vai tirando, vai tirando... e as roupas parecem não ter fim. No final das contas, vemos que o desfecho é também uma piadinha: você lá tremendo de frio feito um patinho recém-nascido. Depois da tortura de se despir enquanto a temperatura ambiente gela seus dedos das mãos e dos pés, você abre o chuveiro. 

Ah, o chuveiro... Ele é tão maquiavélico que, quando você abre o registro, solta aqueles pingos d'água frios que estavam acumulados durante o dia todo. Por isso, você tem que ser esperto/a e dar um pulo pra trás, feito um gato mesmo. Quando a água finalmente esquenta e você consegue se acostumar com ela, você precisa fechar o registro - e a água, que te mantém quente, cessa. 

Aí você tem que pegar a toalha fria, tendo que decidir entre fazer movimentos rápidos (pro tempo de martírio acabar logo), ou movimentos leves (pra não "fazer vento", que provavelmente te congelaria ainda mais). E a toalha, que deveria enxugar, não cumpre bem seu papel porque o banheiro fica parecendo uma sauna e ela vai absorvendo a umidade. Mas o pior mesmo é quando você, por um lapso, se esquece da sua toalha. Ou berra até alguma alma bondosa te ouvir, ou Deus te ajude se estiver sozinho/a em casa. 

Por fim, você ainda tem que sucumbir a entrar em roupas frias, principalmente se for aquele pijama "de inverno" que de inverno mesmo não tem nada, de tão fininho que é. Nesse caso, você precisa optar por empacotar-se novamente. Duro é que as roupas pra ficar em casa não são lá as mais elegantes (salvo se você for podre de rico e tiver condições para tal), o que deixa você parecendo um palhaço. Meias coloridas, calças largas, blusões amarrotados e, dependendo do seu frio, até mesmo toucas, luvas e pantufas, dando um toque todo especial ao seu visual. 

Depois de tudo isso, claro, nada mais justo do que enfiar-se debaixo das cobertas (que ainda estão frias, diga-se de passagem), botar um filme pra rodar, deixar à mão aquele chocolate quente cremoso e aproveitar o melhor dessa deliciosa estação!

Por: Karla Medeiros.

Fonte: Google.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Que unhas lindas!

E que mulher não gosta de se arrumar e ficar [mais] bonita? A auto-estima fica a mil, principalmente quando arranca elogios. Na verdade, nem precisa de elogios pra se sentir gatona - é só estar bem consigo mesma. Vestir uma roupa nova, inventar um visual novo, arrumar os cabelos, as unhas e fazer um make bacana dá um up digno de parar tudo o que está fazendo para tirar umas fotos rs

Há alguns dias, resolvi testar a tal da unha postiça. Nunca tinha colocado e achava que ficaria super falso, mas até que ficou legalzinho!


Deve ser bom pra quem precisa de unhas lindas para aquela festa chiquérrima e está com as unhas simplesmente arregaçadas. Ou mesmo pra quem tem o [péssimo] hábito de roer as unhas. Quem é que iria roer unhas falsas? Ninguém né?! A não ser que aprecie o gostinho de plástico misturado com esmalte (ugh!).

Na embalagem, dizia que dura até 15 dias. Mas como sou trabalhadora, durou bem menos disso rs Só sei que fica um luxo aquelas unhas de madame! Quando der, compro uma que já vem com uma francesinha super delicada :)

O interessante é procurar por modelinhos que não fogem tanto do formato da sua unha. Essa aí que eu coloquei, na verdade, era bem quadrada. Mas nunca tive unhas quadradas! Então optei pelo formato que sempre usei, meio arredondado.

Pra colocar é fácil, basta lixar as laterais pra ajustar ao tamanho de suas unhas originais e depois usar uma cola própria. Mas tem que ser rápida e, ao mesmo tempo, cuidadosa. Porque essa cola é de alta resistência e gruda na pele daqueele jeito!

A dica é evitar mexer com água, pra durar mais. Mas lavei louça, roupa e coisa e tal, e até que não influenciou tanto. Só que quando fui trabalhar pra valer - organizar estantes da loja -, duas quebraram e uma se destacou completamente. Com isso aprendi que colocar unhas postiças é coisa de cocotinhas que não fazem absolutamente nada. Tudo bem que eu ainda não trabalho pra valer em alguma empresa e coisa e tal, mas se é pra botar a loja e a casa em ordem, gosto é de arregaçar as mangas.

Se as unhas crescem muito rápido não é aconselhável deixar as unhas postiças por um tempo prolongado: fica horrível. Até porque precisa de reparos nas cutículas e tudo mais, então vai acumulando aqueles cantinhos indesejáveis.

Resumindo: unhas postiças são lindas, mas no momento, por pouco tempo. Melhor mesmo é cuidar das originais.

Kisses!

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Não queria mesmo...

Sou azarada. Só pode ser isso! Faço planos, vou atrás, tento... Mas no fim das contas, dá tudo errado. E isso não acontece só em situações amorosas e profissionais, mas também em eventos corriqueiros, em coisas banais da vida. 

Hoje mesmo vi na vitrine botas lindas, do jeito que eu tava querendo. Fui até a loja, pedi o meu número e trouxe para casa para experimentar. Trouxe ainda alguns modelos de jaquetas de couro, que eu também tava querendo há alguns invernos (bota alguns nisso). Pra completar, minha irmã comprou um celular novo e o dela acabou passando pra mim, o que foi bom pra mim, já que o meu é mais antiguinho.

Conclusão: deu tudo errado. As botas não são confortáveis, as jaquetas não deram aquele "tcham" e o celular simplesmente não aceita o meu chip (algo que até agora não entendi, já que os dois são do mesmo fabricante). Deixa! Não queria meeesmo...

Além de tudo isso, ainda aconteceu de eu ter perdido o prazo do pagamento do concurso público do próximo mês. Simplesmente esqueci. Ou seja, minha própria memória contra mim...

O que acontece comigo, afinal? Por que dá tudo errado? Ondas de azar me envolvem? Olho-gordo e o escambau? Não mereço ter coisas boas pra mim? Não posso consegui-las? Não invejo a vida alheia, nem fico triste com a felicidade dos outros. Mas queria que a minha fosse um pouquinho melhor...

terça-feira, 10 de abril de 2012

Receita!

Olá galerinha, tudo bem com vocês? Hoje resolvi postar aqui uma receitinha de uma torta deliciosa que eu e minha mãe fizemos. Bora anotar? :)

Foto: arquivo próprio

TORTA DE PÃO DE FORMA COM MOLHO BRANCO

INGREDIENTES:

1 pacote de pão de forma sem casca
1 litro de leite
6 colheres de farinha de trigo
3 colheres de margarina ou manteiga
requeijão ou Catupiry
a quantidade que você quiser de presunto e mussarela (eu prefiro mais mussarela e menos presunto)
orégano a gosto
manjericão seco ou outra erva de preferência
sal a gosto
salsinha para decorar

PREPARO:

1. Primeiro, comece com o molho. Em uma panela de fundo grosso, derreta a margarina ou a manteiga - pode colocar umas 3colheres, pra ficar bem saboroso. Desligue o fogo.

2. Com a ajuda de uma peneira, polvilhe a farinha aos poucos nessa margarina e vá mexendo com cuidado para não empelotar. Não precisa colocar todas as 6 colheres de uma vez. Deixe para depois.

3. Ligue o fogo novamente (fogo brando) e vá mexendo até formar um creme amarelado e homogêneo. Despeje o leite de uma vez - ele deve estar frio. Desligue a panela e mexa bastante, até homogeneizar. Se ficar empelotado, não se desespere: é só ir amassando com uma espátula ou jogar todo o creme no liquidificador para bater.

4. Acrescente o sal e o manjericão e continue mexendo - se parar de mexer, vai grudar tudo no fundo da panela e vai empelotar! O molho vai ficando mais grosso, mas se você mexer bastante e ele ficar meio líquido, acrescente a farinha reservada, aos poucos e com o fogo desligado. Se ficar muito grosso, acrescente mais leite. Isso fica a seu critério. Reserve.

5. Se o pão de forma não for sem casca, vá descascando-o enquanto o molho dá uma resfriada. Caso contrário, aproveite o tempo para picar o presunto e a mussarela.

6. Com uma concha, despeje uma quantidade de molho que cubra todo o fundo do refratário. Acomode os pães de acordo com o tamanho do refratário, coloque mais molho e em seguida salpique o presunto e a mussarela a seu gosto.

7. Coloque mais um pouco de molho, mas não precisa cobrir! É só pra dar uma liga entre o presunto e a mussarela com a próxima camada de pão.

8. Repita o processo até o refratário encher, como uma lasanha. Os pães de forma não vão cobrir todos os espaços e isso não tem problema, porque o molho vai fazer este trabalho.

9. Na última camada, você pode colocar mais molho. Salpique com mussarela e orégano e leve ao forno pré-aquecido até começar a borbulhar. Depois, gratine.

10. Retire do forno, coloque uma salsinha para enfeitar e sirva.

BOM APETITE!

segunda-feira, 9 de abril de 2012

TCC, não te quero mais!

Uma vez me cadastrei num portal de interesse feminino, onde são reunidos os mais diversos assuntos do mundo cor-de-rosa. Lá eu postava alguns tópicos e hoje vou colar um aqui, só pra dar início ao assunto: Trabalho de Conclusão de Curso - o famigerado TCC.
"Passei o ano inteirinho com uma monografia para fazer, o chamado TCC (Trabalho de Conclusão de Curso). Quem já teve que fazer um vai se identificar com esse post.
Dentro da Biologia, me identifiquei mais com a área Ambiental. E a partir daí tirei meu tema, meu objeto de pesquisa.
De início, procurei uma professora que pudesse me orientar. Encontrei uma - a única no departamento que trabalha com o tema que escolhi. O primeiro contato foi só festa, uma empolgação só, mas logo percebi que ela é do tipo "tô nem aí pra você", o que me deixou com aquela pulguinha atrás da orelha. Tudo bem, isso não foi motivo pra preocupação.
O motivo pra me deixar biruta foi, de fato, ver que minhas colegas conseguiram entrar em projetos em andamento em suas respectivas áreas. E eu, quando perguntei para a orientadora sobre a existência de algum projeto que eu pudesse participar, a resposta foi negativa.
Pronto. Fiquei biruta. Aí tive que correr atrás de um tema, de alguma coisa que eu pudesse estudar. Tive umas ideias meio "sem noção", mas é pra isso que servem os professores orientadores: orientar!
Ficou, então, decidido o tema e o que eu deveria fazer pra iniciar a pesquisa. Mas aí o que me tirou o sono por longos dias foi ter que ler uma montanha de textos - artigos da internet, livros, dissertações, revistas... O duro é que ler tantas coisas sobre um mesmo assunto, mas que é abordado de formas diferentes, acaba dando um "tilt" na cabeça. Tive várias panes no meu sistema.
Uma delas foi tão intensa que eu estava perdendo minha memória recente. Não conseguia mais ler e compreender um texto. Eu lia várias vezes a mesma frase e, quando fazia um teste pra ver se conseguia me lembrar do que havia lido... ... ... É, isso aí. Branco total.
Tive que procurar um neurologista, que acabou me encaminhando pra um psicólogo. Uma psicóloga, aliás, amiga dele. Marquei a consulta, falei com ela por umas 2 horas (enquanto ela só balançava a cabeça afirmativamente e dizia "ahã"), e então ela resolveu falar: você precisa de terapia. E aí eu deveria pagar R$140,00 por cada sessão, uma ou duas vezes na semana. Ou seja, deveria desembolsar R$1120,00 por mês, por tempo indeterminado.
Aí eu tive que dar um jeito de deixar tudo isso pra lá. Afinal, um dos motivos de eu estar naquela situação era o fato de ser recém-formada e não ter um emprego. Ter uma mulher que só fala "ahã" pra mim enquanto arranca preciosos e suados reais da minha família não era minha intenção.
Nessa época, eu simplesmente parei de estudar. Parei com a monografia, parei de ler os intermináveis textos e não dei mais as caras na universidade. Eu havia desistido.
Até que, por Deus, toda aquela tristeza, confusão, descontentamento e falta de memória deu trégua e eu pude viver. Entrei na academia, na aula de música, aprendi a cozinhar, a lavar e passar roupa, comecei a fazer trufas para vender - e vendia pra caramba! Com o dinheiro, pagava a academia e me sentia bem. No mesmo período, consegui entrar numa pós-graduação. Eu estava realizada.
Mas a monografia estava ficando para trás. Eu precisava retomá-la, revisá-la, terminá-la. E os dias não esperam. Parei com a academia, parei com os bombons, e até com a música. Me tranquei no quarto e passei a me dedicar só a isso.
Agora estou correndo contra o tempo, contra minha gastrite, contra qualquer coisa que venha me dizer que não conseguirei. Não participei do concurso cultural do Vila, mas espero em breve conquistar uma das minhas maiores vitórias.
Quando isso acontecer - vai acontecer, eu sei que vai -, venho aqui contar como foi. Torçam por mim, meninas!".
De fato, eu estava desesperada. Mas essa história continua... Num próximo post. Até lá!

Aos leitores

Não acreditei quando vi alguns comentários feitos por pessoas diversas (até mesmo aqueles anônimos que sempre aparecem) aqui no blog. E eu achando que ninguém lia... Vi também que foi acessado mais de 16 mil vezes, sinal de que o Google faz seu trabalho rs


Acho que preciso melhorar esse blog, levar pra frente e ver no que vai dar. Com tantas bobagens sendo escritas na web, umas a mais não irão fazer mal algum, né? Além disso, é bom pra mim poder desabafar sem saber quem estará por trás das telinhas lendo o que escrevi. Pelo menos assim não preciso desembolsar R$140 por sessão de psicologia rsrs


Não é fácil criar um blog, falar de assuntos variados que podem atingir diferentes tipos de pessoas e ainda agradá-las. Já falei aqui sobre sapato, esmalte, café, filmes, séries... Sem falar nas histórias esquisitas e não tão animadas da minha vidinha pacata. O jeito é continuar misturando tudo isso com meu jeito de ver as coisas, já que a ideia é traduzir em palavras aquilo que eu sou.


Que sejam bem-vindos os leitores anônimos, os com fotos, os sem fotos, os que leem e não comentam, os que comentam e não seguem, os que seguem e não comentam... Enfim, pra quem caiu aqui, o meu forte abraço! :)

Não dormir é legaus

Definitivamente, dormir cedo não é para mim. E aí o trabalho sempre sobra pro notebook: é site de artesanato, é facebook, é filme, é joguinho, é blog... Internautas assíduos não dormem direito. Ou será que "insônios" assíduos é que não saem da internet? Sendo um ou outro, a verdade é que sempre funcionei melhor à noite. As ideias aparecem, os trabalhos de faculdade deslancham, postagens em blogs aparecem... rs

E já que tô falando de internet, quero compartilhar aqui o link de um site super interessante (eu pelo menos adoro!), onde são reunidos imagens e comentários de invenções, criações, artes, enfim, muitas coisas legais e que podem ser útil no nosso dia-a-dia. É o Bem Legaus. Passo um tempão vendo tantas novidades e isso acaba sendo uma espécie de terapia. Vale a pena dar uma olhada!


Vi tanta coisa na internet hoje que tô até meio baratinada, mas tô satisfeita por ter aprendido muuuita coisa. Agora sei fazer artesanato com jornal, com caixas de leite e com coador de café. Conheci a história das Sete Quedas, um parque que foi inundado em 1982 para a formação da lagoa da barragem da Usina Hidrelétrica de Iguaçu. Vi vídeos incríveis sobre as Cataratas do Iguaçu e me diverti com a pequena Julie.


O bom da internet é isso: usufruir de maneira diversificada e criativa, pra relaxar, aprender, se divertir. E quando tiver muuita paciência, ler blogs como esse aqui kkkk


Vou deixar aqui embaixo a lista de links dos assuntos que citei :) 
Beijos!



Bem Legaus: http://www.bemlegaus.com/
Artesanato: http://www.youtube.com/watch?v=UsetO10QpzM&feature=related
Cataratas: http://www.youtube.com/watch?v=OI3h2FF5lOc
Sete Quedas: http://www.youtube.com/watch?v=u924jbDBz3c&feature=related
Julie: http://www.youtube.com/watch?v=4nh1RaIVLcg&feature=player_embedded

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Revivendo

Depois de tanto tempo sem postar aqui, decidi reviver meu esquecido blog. Reli alguns posts e vi que, mesmo tendo escrito para ninguém ler, pude registrar sentimentos e pensamentos que tive naqueles momentos. E o objetivo é esse mesmo: colocar aqui o que eu penso e, a partir disso, desenhar a minha imagem, descrever minha pessoa, mostrar quem eu sou - mesmo que ninguém venha ler.

Muita coisa rolou desde a última vez que postei aqui. O final de 2010 foi uma loucura. Terminei meu TCC do bacharelado, entrei numa pós, me enfiei nas listas escolares necessárias pras vendas de início de ano da papelaria. Além disso, ainda estive mais empenhada no meu trabalho-hobby com chocolates, tanto que acabei criando outro blog só pra isso: km-chocolates.blogspot.com - se puderem dar uma passadinha por lá, agradeceria! rs

O ano de 2011 também teve seus altos e baixos, por um bom período passei por um momento alto. Isso não quer dizer que estava nadando em dinheiro, com um bom emprego e um namorado (afinal, as pessoas pensam que pra estar bem, basta ter essas três coisas). Mas eu passei por um período de paz comigo mesma, de aceitação, de redescoberta. Aprendi a me respeitar mais, e a me entender. Isso, pra mim, supera qualquer momento alto envolvendo o bolso e o coração. Tudo bem que durante algum tempo estive focada em um relacionamento à distância e que isso me fez um bem danado, mas quando a confusão foi se achegando pro meu lado, vi que não ia adiantar muito... Por isso eu digo: de nada resolve ter uma pessoa ao seu lado se você não estiver numa boa consigo mesmo(a).

É, conheci pessoas, fiz amizades e perdi muitas também. Na verdade, notei que não sou capaz de levar amizades muito adiante. O problema não está nas pessoas, está em mim. Não sei ser animada o tempo todo e quando alguma coisa me machuca, eu me escondo. Sei lá, acho que de tanto sofrer, passei a me esconder das pessoas, afinal, muitas me magoaram ao longo dessa minha vidinha esquisita. Só sei que aprendi uma coisa: se você fala o que pensa, corre o risco de seus "amigos" nunca mais olharem na sua cara. Um exemplo disso foi quando uma amiga minha trouxe o namorado pra dentro da minha casa, ficou cheia de xamegos com ele na minha frente, dormiu no meu quarto por duas noites e sequer perguntou se eu estava bem por causa do meu relacionamento conturbado que estava tendo. Aí eu aprendi: carinha bonita não é sinal de boa amizade, não. Mensagenzinha de texto no celular falando coisinhas bonitas também não.

O ano chegou ao fim, novamente me matei de trabalhar na papelaria, e no prazo de 1 mês redigi praticamente todo o meu TCCE - sim, mais um, agora pra concluir a Especialização. Chorei um monte, perdi prazos, tive dores, a gastrite até voltou, mas consegui. Agora só falta defender - e seja o que Deus quiser!

Parei um pouco com os chocolates de novembro a março, mas agora revivi meus utensílios graças a umas encomendas pra páscoa - obrigada, clientes fieis! *-* Planos pra melhorias não faltam, espero em breve implantá-las e ampliar essa freguesia! Sonhar nunca é demais, né?

Bom, não tô muito afim de mais lero-lero. Até porque preciso botar a mão na massa pra ganhar uns troquinhos no final de semana rs

Beijos pra quem entrou aqui - por vontade própria ou por engano! hehe ;*

domingo, 24 de outubro de 2010

Aumento dos seios pode ser mais "natural"

Boa notícia para a mulherada que almeja um aumento dos seios: agora podem ser retiradas células-tronco adiposas (de gordura) do próprio corpo e implantadas em seu seio, que aumentará de tamanho conforme o número de células cresce. Ou seja, é praticamente um aumento "natural" - o que vai deixar em dúvida muitos marmanjões que adoram adivinhar se os seios da mulherada é verdadeiro ou falso!

Aumento de até dois números do sutiã!

A técnica foi elaborada no Japão (onde mais?), por um cirurgião cosmético. E deu certo. O médico conseguiu um aumento de 4 centímetros de um seio de uma paciente. O objetivo inicial, no entanto, é permitir a regeneração mamária de mulheres que foram acometidas pelo câncer de mama. Mas é claro que, se aprovada a licença para realização dos testes em humanos e se estes estudos forem satisfatórios, não se restringirão somente ao uso em implantes mamários de mulheres que passaram pelo câncer. Imagino que muita mulher vai entrar na fila para aumentar os seios por pura estética, dando preferência a este método ao de implante de silicone. Será o fim da "mulher siliconada".

Além de uma nova oportunidade para quem morre de medo de injetar silicone nos seios, este estudo pode lançar por terra a tão grande polêmica do uso de células-tronco embrionárias, principalmente se for um caso estético e não vital como o aumento dos seios.

E ainda, quem sabe, diminuir as gordurinhas localizadas na barriga, nas coxas... hahaha!

Aguardemos avanços nos estudos, ladies.
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Fonte:



Das Vantagens de Ser Bobo - Clarice Lispector

Andei xeretando o blog do Projeto Apoema, sobre Educação Ambiental, dirigido por Berenice Adams (uma das melhores cabeças pensantes da EA no Brasil) e encontrei algumas postagens difíceis de não serem notadas. 

Quem não leria um texto ou veria um filme que fala sobre as vantagens de ser bobo? Afinal, o que é ser bobo? O que a autora, Clarice Lispector, quis dizer com "ser bobo"? O texto é, por si só, interessante. E na voz de Aracy Balabanian ficou fascinante!

Fiquei pensando na mensagem desse texto e só pude concluir o que eu sempre desconfiei: eu sou uma completa BOBA!

E você? Ainda quer ser ESPERTO? 

Analise suas atitudes e tente se classificar em uma das duas opções. Mas não vale se esquivar! Se você perceber que se enquadra na classe dos bobos e tentar mudar o resultado, é sinal que o resultado inicial estava errado... 

Acompanhe aqui o texto na íntegra:

Das vantagens de ser bobo

O bobo, por não se ocupar com ambições, tem tempo para ver, ouvir, tocar no mundo.
O bobo é capaz de ficar sentado quase sem se mexer por duas horas. Se perguntado por que não faz alguma coisa, responde: "Estou fazendo, estou pensando”.
Ser bobo às vezes oferece um mundo de saída porque os espertos só se lembram de sair por meio da esperteza, e o bobo tem originalidade, espontaneamente lhe vem a idéia.
O bobo tem oportunidade de ver coisas que os espertos não vêem. Os espertos estão sempre tão atentos às espertezas alheias que se descontraem diante dos bobos, e estes os vêem como simples pessoas humanas.
O bobo ganha utilidade e sabedoria para viver.
O bobo parece nunca ter tido vez. No entanto, muitas vezes, o bobo é um Dostoievski.
Há desvantagem, obviamente. Uma boba, por exemplo, confiou na palavra de um desconhecido para a compra de um ar refrigerado de segunda mão: ele disse que o aparelho era novo, praticamente sem uso porque se mudara para a Gávea onde é fresco. Vai a boba e compra o aparelho sem vê-lo sequer.
Resultado: não funciona.
Chamado um técnico, a opinião deste era que o aparelho estava tão estragado que o concerto seria caríssimo: mais vale comprar outro.
Mas, em contrapartida, a vantagem de ser bobo é ter boa-fé, não desconfiar, e, portanto estar tranqüilo.
[...]
É que só o bobo é capaz de excesso de amor. E só o amor faz o bobo.

(Clarice Lispector)
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Postagem original de Bere, com vídeo:

Projeto Apoema - Educação Ambiental: Das Vantagens de Ser Bobo - Clarice Lispector: "Narração maravilhosa de Aracy Balabanian do texto !Das Vantagens de Ser Bobo' da eterna Clarice Linspector!"

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Amigo?

Se tem uma coisa que eu realmente não entendo é o fato de as pessoas preferirem ouvir mentiras a ouvir verdades. Não entendo mesmo. Elas almejam encontrar amigos sinceros, que lhes digam a verdade para seu próprio bem, mas preferem aqueles que fingem sorrisos. Amigos falsos, de fato. 

Pra mim, amigo mesmo não mente. Só mente pra tentar contornar alguma situação, ou até mesmo pra não ferir tanto a outra pessoa. É difícil falar pra amiga que ela está feia naquela roupa. É difícil dizer pro amigo apaixonado que a garota não é o tipo dele. Reconheço a necessidade da mentira nos relacionamentos, e na amizade não é diferente. Mas que seja mentira moderada. Assim, suave, dessas que não machucam - tanto. Mentir o tempo todo não dá. Dizer que gosta da pessoa enquanto não suporta ouvir a voz dela não é ato digno de uma amizade.

Já estive em diversas situações em que precisei ser franca. Abrir o jogo, como se diz. E pude notar claramente o descontentamento da outra parte. Ora, a verdade nua e crua realmente machuca. Mas estamos falando da verdade, da sinceridade, da coragem de ultrapassar as barreiras da ilusão pra mostrar ao outro a realidade. Considero isso um ato nobre, digno de aplausos, porque no mundo em que vivemos está cada vez mais difícil encontrar alguém que aja dessa forma. Sempre digo que prefiro ser aquela que puxa a orelha do que ser aquela que passa a mão na cabeça. Certa vez falei tantas verdades que a pessoa que se achava a "tal" teve de baixar a bola. Noutra, o orgulho da pessoa não lhe permitiu ver além das palavras duras que eu usei pra mostrar a realidade. E aí eu acabo me tornando a vilã da história.

Se as pessoas almejam amigos sinceros, então por que os rejeitam quando surgem? Será que as mentiras lhes satisfazem? O fingimento e a formalidade parecem mais atraentes? Onde estão os verdadeiros valores? O que faz as pessoas inventarem desculpas esfarrapadas quando na verdade queriam mesmo é "soltar os cachorros"? Pois digo que é muito melhor "soltar os cachorros" do que "engolir sapos", pois assim abre-se a oportunidade de desabafar, desatar os nós, lavar a roupa suja... O cheiro de amaciante  nas roupas é adorável, mas antes é preciso molhar, ensaboar, esfregar, enxaguar, torcer... Contudo, melhor tudo isso do que continuar sujando a roupa e acabar tornando-a insuportável e inutilizável.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Cuidado, mulher ao volante!

Tirei minha carteira de habilitação em 2005, quando fiz 18 anos. Depois de 5 anos, resolvi pegar a estrada. Fui pra cidades próximas, mas tá valendo, né?

Primeiro fui até Apucarana. Eu e minha amiga, doida que nem eu. Foi tudo bem, a não ser pelo fato de ter furado um sinal vermelho - não vi que tinha semáforo ali! Mas não aconteceu nada, a não ser uma baita freada. Na volta, vim seguindo um carro, um colega nosso. Foi tudo bem também, a não ser pelo fato de um ônibus que vinha atrás de nós começar a dar sinal de luz, como quem diz "Ei, não vai ultrapassar? A pista tá limpa!".

A experiência foi ótima e eu me senti uma verdadeira motorista. Estando lá, coloquei o carro num estacionamento. Pra sair, tive que manobrar. Ruim é que parece que tá todo mundo olhando. Que novidade tem ver alguém que nunca manobrou dentro e um estacionamento? Oras... u.u

Para ir até Londrina, combinei com um amigo de nos encontrarmos no meio do caminho. Bom, não tão no meio assim, porque a cidade deles é praticamente dentro de Londrina. Mas tudo bem, porque a maior dificuldade é me localizar naquela cidade enorme. A estrada estava super tranquila, apesar de ser pista dupla, o que facilita um bocado. Até tirei uma foto chamada "eu_no_volante_indo_para_londrina.jpg". Ô coisa linda.


Pra estacionar foi um banzé, porque achei que meu carrinho ia caber naquela vaga. Não, não tentei enfiar o carro entre outros dois até deixá-lo como uma lata de sardinha. A vaga era na esquina, mas ficou muito perto da esquina, sabe? Mas tá, tudo bem.

Uma das coisas mais difíceis pra mim é ter que colocar almofadas pra que o banco fique alinhado. É isso que dá ser baixotinha. Ainda tenho que puxar o banco todo pra frente, pra conseguir alcançar os pedais. Duro é ter que levar o banco pra trás toda vez que vou sair, porque fico apertada entre o banco e o volante. É, no mínimo, cômico.

A ida pra Londrina foi ótima. Coloquei óleo, chequei a água, abasteci e calibrei os pneus. Parei no pedágio sem derrubar nenhum cone. Estacionei e saí com o carro numa boa. Pra chegar ao destino, fui seguindo o carro dos nossos colegas. Como eles iam parar em sua cidade-quase-londrinense, tive que seguir viagem de volta sozinha. Aliás, eu não estava sozinha! Minha amiga doida estava comigo outra vez! Na verdade, quem deu ideia de irmos sozinhas foi ela mesma. Sinal que confia em mim e que não teve medo da outra vez! rsrs

Pra ir, só tive que seguir reto. Pra voltar, achei que seria a mesma coisa. E fui, fui, fui... Começou a escurecer. Liguei a meia-luz. Minhas lentes de contato pareciam não fazer muito efeito, porque tava aquela penumbra esquisita. Queria chegar a Arapongas. Cheguei, mas por um caminho que eu não tinha visto antes. Estava dentro da cidade, mas parecia que por ali passava a rodovia. Tuo bem, fui indo pra ver onde ia chegar. Cheguei num lugar onde minha amiga conhece. Seguimos em frente. De repente, me deparei com uma placa: "Limite de município - Arapongas - Apucarana". Esquisito. Definitivamente, não era por ali! Pegamos então uma estrada sem sinalização alguma. E sem carro algum passando nela também. Um breu total. Olhava pelo retrovisor e não via nada. Meu Deus! Onde estamos? Comecei a ficar nervosa. Cogitamos a possibilidade de voltar e entrar na cidade. Mas aquela estrada me puxava pra frente, me levava, e continuei em frente. Fui ficando curiosa pra saber onde é que íamos chegar. Passava um ou outro carro e dava vontade de perguntar "Ei! Pra onde é que eu tô indo?". De repente nos deparamos com umas luzes. Civilização! Pra encurtar a história: chegamos em Cambira. Passamos por Jandaia. E só aí chegamos ao nosso destino. Demos uma volta horrenda! A viagem que faríamos em 40min foi feita em 1h30!

Cheguei em casa com os ombros doloridos e com uma dor de cabeça terrível, mas ao menos cheguei em casa. Posso dizer que minha amiga é, sem dúvida, muito corajosa.

A próxima (sim! terá uma próxima!) será para Maringá. Agora ninguém mais me segura! Uhul!

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Bichinhos dos Sonhos

Hoje me descobri fazendo parte de uma multidão que corre pros supermercados só pra comprar produtos de marcas que estão fazendo alguma promoção. Que fique claro, contudo, que eu não estava lá SÓ pra isso! Fui comprar leite condensado pra fazer meus deliciosos bombons (marketing mode ON).

E a promoção da vez é da Bauducco: Bichinhos dos Sonhos, onde a cada 5 embalagens de produtos Bauducco + R$9,90 você "ganha" um bichinho de pelúcia que vira travesseiro.

Promoção Bauducco. E não, não estou ganhando nada pela divulgação.

É, "ganha", entre aspas mesmo, porque você paga por todos os produtos que consome, se entope de calorias provenientes dos biscoitos, waffles, torradas e bolinhos, e ainda paga quase 10 mangos pra adquirir o bichinho. Sem contar no trabalhão de encontrar um bendito posto de troca - se fosse cidade grande, aposto que não teria tanto problema nisso.

De qualquer forma, tô doida pra um bichinho desses. Nunca vi um, mas parecem ser fofinhos! Agora preciso torcer pra que eu encontre uma vaquinha quando for trocar. So cute!

Pra quem quiser mais informações sobre a promoção, fica o link:

http://www.bichinhosdossonhos.com.br/

sábado, 4 de setembro de 2010

Não é fácil ser mulher

As mulheres, certamente, concordam com essa frase. Os homens, por sua vez, devem é achar graça. Isso porque eles não nos entendem - e pelo visto isso não acontecerá um dia.

O comportamento feminino é, de fato, complicado. A começar pela linguagem. Falamos de várias coisas ao mesmo tempo e muitas vezes não conseguimos expressar diretamente os nossos sentimentos. Vira uma confusão e os rapazes simplesmente nos acham malucas. Isso se dá pelo fato de eles terem uma comunicação mais direta. Eles são taxativos - é oito ou oitenta e pronto. Já para elas, é um tanto complicado falar de alguma coisa sem dar aquela enroladinha básica.

Já recebi vários e-mails falando dessa divergência de comunicação entre os sexos. Motivo pra tanta piada não falta, já que realmente a mulherada muitas vezes se comporta dessa maneira. Eis dois deles:


EXPRESSÕES USADAS PELAS MULHERES

1 - "Certo": Esta é a palavra que as mulheres usam para encerrar uma discussão quando elas estão certas e você precisa se calar.

2 - "5 minutos": Se ela está se arrumando significa meia hora. "5 minutos" só são cinco minutos se esse for o prazo que ela te deu para ver o futebol antes de ajudar nas tarefas domésticas.


3 - "Nada": Esta é a calmaria antes da tempestade. Significa que ALGO está acontecendo e que você deve ficar atento. Discussões que começam em "Nada" normalmente terminam em "Certo".

4 - "Você que sabe": É um desafio, não uma permissão. Ela está te desafiando, e nessa hora você tem que saber o que ela quer…e
não diga que também não sabe!

5 - Suspiro ALTO: Não é realmente uma palavra, é uma declaração não-verbal que frequentemente confunde os homens. Um suspi
ro alto significa que ela pensa que você é um idiota e que ela está imaginando porque ela está perdendo tempo parada ali discutindo com você sobre "Nada".

6 - "Tudo bem": Uma das mais perigosas expressões ditas por uma mulher. "Tudo bem" significa que ela quer pensar muito bem antes de decidir como e quando você vai pagar por sua ma
ncada.

7 - "Obrigada": Uma mulher está agradecendo, não questione, nem desmaie. Apenas diga "por nada". (Uma colocação pessoal: é verdade, a menos que ela diga "MUITO obrigada" - isso é PURO SARCASMO e ela não está agradecend
o por coisa nenhuma. Nesse caso, NÂO diga "por nada". Isso apenas provocará o "Esquece").

8 - "Esquece": É uma mulher dizendo "FODA-SE !!"


9 - "Deixa pra lá, EU resolvo": Outra expressão perigosa, significando que uma mulher disse várias vezes para um homem fazer algo, mas a
gora está fazendo ela mesma. Isso resultará no homem perguntando "o que aconteceu?". Para a resposta da mulher, consulte o item 3.

10 - "Precisamos conversar!": Fodeu !! Você está a 30 segundos de levar um pé na bunda.


11 - "Sabe, eu estive pensando...": Esta expr
essão até parece inofensiva, mas usualmente precede os "Quatro Cavaleiros do Apocalipse"…


Mulher - Onde você vai?
Homem - Vou sair um pouco.
Mulher - Vai de carro?
Homem - Sim.
Mulher - Tem gasolina?
Homem - Sim.... coloquei.
Mulher - Vai demorar?
Homem - Não... coisa de uma hora.
Mulher - Vai a algum lugar específico?
Homem - Não... só rodar por aí.
Mulher - Não prefere ir a pé?
Homem - Não... vou de carro.
Mulher - Traz um sorvete pra mim!
Homem - Trago... que sabor?
Mulher - Manga.
Homem - Ok... na volta eu passo e compro.
Mulher - Na volta?
Homem - Sim... senão derrete.
Mulher - Passa lá, compra e deixa aqui..
Homem - Não... melhor não! Na volta... é rápido!
Mulher - Ahhhhh!
Homem - Quando eu voltar eu tomo com você!
Mulher - Mas você não gosta de manga!
Homem - Eu compro outro... de outro sabor.
Mulher - Aí fica caro... traz de cupuaçu!
Homem - Eu não gosto também.
Mulher - Traz de chocolate... nós dois gostamos.
Homem - Ok! Beijo... volto logo....
Mulher - Ei!
Homem - O que?
Mulher - Chocolate não... Flocos...
Homem - Não gosto de flocos!
Mulher - Então traz de manga prá mim e o que quiser prá você.
Homem - Foi o que sugeri desde o começo!
Mulher - Você está sendo irônico?
Homem - Não tô não! Vou indo.
Mulher - Vem aqui me dar um beijo de despedida!
Homem - Querida! Eu volto logo... depois.
Mulher - Depois não... quero agora!
Homem - Tá bom! (Beijo.)
Mulher - Vai com o seu ou com o meu carro?
Homem - Com o meu.
Mulher - Vai com o meu... tem cd player... o seu não!
Homem - Não vou ouvir música... vou espairecer...
Mulher - Tá precisando?
Homem - Não sei... vou ver quando sair!
Mulher - Demora não!
Homem - É rápido... (Abre a porta de casa.)
Mulher - Ei!
Homem - Que foi agora?
Mulher - Nossa!!! Que grosso! Vai embora!
Homem - Calma... estou tentando sair e não consigo!
Mulher - Porque quer ir sozinho? Vai encontrar alguém?
Homem - O que quer dizer?
Mulher - Nada... nada não!
Homem - Vem cá... acha que estou te traindo?
Mulher - Não... claro que não... mas sabe como é?
Homem - Como é o quê?
Mulher - Homens!
Homem - Generalizando ou falando de mim?
Mulher - Generalizando.
Homem - Então não é meu caso... sabe que eu não faria isso!
Mulher - Tá bom... então vai.
Homem - Vou.
Mulher - Ei!
Homem - Que foi, cacete?
Mulher - Leva o celular, estúpido!
Homem - Prá quê? Prá você ficar me ligando?
Mulher - Não... caso aconteça algo, estará com celular.
Homem - Não... pode deixar...
Mulher - Olha... desculpa pela desconfiança, estou com saudade, só isso!
Homem - Ok, meu amor... Desculpe-me se fui grosso. Tá.. eu te amo!
Mulher - Eu também! Posso futricar no seu celular?
Homem - Prá quê?
Mulher - Sei lá! Joguinho!
Homem - Você quer meu celular prá jogar?
Mulher - É.
Homem - Tem certeza?
Mulher - Sim.
Homem - Liga o computador... lá tem um monte de joguinhos!
Mulher - Não sei mexer naquela lata velha!
Homem - Lata velha? Comprei pra a gente mês passado!
Mulher - Tá.ok... então leva o celular senão eu vou futricar...
Homem - Pode mexer então... não tem nada lá mesmo...
Mulher - É?
Homem - É.
Mulher - Então onde está?
Homem - O quê?
Mulher - O que deveria estar no celular mas não está...
Homem - Como!?
Mulher - Nada! Esquece!
Homem - Tá nervosa?
Mulher - Não... tô não...
Homem - Então vou!
Mulher - Ei!
Homem - O que ééééééé, ca¨&*$%#$o?
Mulher - Não quero mais sorvete não!
Homem - Ah é?
Mulher - É!
Homem - Então eu também não vou sair mais não!
Mulher - Ah é?
Homem - É.
Mulher - Oba! Vai ficar comigo?
Homem - Não vou não... cansei... vou dormir!
Mulher - Prefere dormir do que ficar comigo?
Homem - Não... vou dormir, só isso!
Mulher - Está nervoso?
Homem - Claro, p%¨&*!!!
Mulher - Porque você não vai dar uma volta para espairecer?
Homem - Ah, vai tomar no %¨%$...

(Fonte: Minha caixa de entrada do Hotmail. Autores desconhecidos.)

Os dois textos têm um quê de piada mesmo, só que é basicamente isso aí que acontece nos relacionamentos, tanto atualmente quanto há décadas atrás. Afinal, a mulherada continua complicada. Somos cheias de dúvidas e desejos, sentimentos misturados, bom-humor que vira mal-humor de um minuto para o outro. Ainda mais se a moça estiver na TPM.


Pelo visto, o jeito é a rapaziada não tentar entender. Só aceitar e pronto.

Já se sabe que a área cerebral mais bem-desenvolvida na mulher é a responsável pela linguagem. Os homens ficam com a parte de raciocínio lógico e análise espacial. É por isso que eles se saem melhor numa baliza. E é por isso que praticamente não vemos professores de Português. É claro que há excessões, só estamos nos referindo à maioria. A mulher tem muito mais facilidade em lidar com problemas sociais em que são necessárias atitudes de cunho psicossocial - ela cuida melhor das palavras usadas na resolução de conflitos envolvendo pessoas.

Tudo isso, dizem os cientistas, vem da evolução. A mulher primitiva tinha como função cuidar da prole, da comida adquirida pelo homem e ainda garantir a sobrevivência de todos cuidando, vejam só, de todos e também de si mesma - não é diferente de hoje, é? Os homens primitivos eram responsáveis por trazer comida "para casa". Por isso as funções analíticas do cérebro masculino se desenvolveram, já que ele tinha que calcular a velocidade da presa e o tempo que levaria para chegar até ela. Como a mulher fazia várias coisas ao mesmo tempo, acabou trazendo essa capacidade consigo até os dias atuais - e é por isso que não é difícil pra uma garota lixar as unhas enquanto fala no telefone e lê seus e-mails.

Tudo isso pode intervir em um relacionamento, pois enquanto a moça fala mil coisas que lhe aconteceram no dia, o rapaz só está preocupado em quando é que vai poder assistir aquele futebolzinho na TV. Não é raro acontecer em relacionamentos: a mulher vai falando, falando, falando... e o cara tá lá pensando na pescaria do final-de-semana. Ele matuta que vara ele vai levar, se o clima estará propício, quantas cervejas vai comprar, quanto tempo demora para chegar ao rio, e por aí vai. E ela, coitada, tá lá contando a história apavorante que a manicura lhe contou no dia anterior. Ao final da história, ela o aborda fazendo uma pergunta, geralmente querendo saber se ele concorda com aquilo que ela acabou de falar. Mas, como ele tava pensando mil coisas antes da pergunta derradeira, o pobrezinho não sabe o que comentar de todo aquele blablabla e acaba dizendo que não sabe. E aí, pimba! A briga já pode começar.

Fonte: Internet.

As divergências comportamentais dos sexos sempre existiram e, mesmo que hoje em dia seja comum encontrar homens afeminados e mulheres masculinizadas, tais diferenças não tendem a diminuir - muito menos desaparecer. O que pode acontecer é um aprender a lidar melhor com o outro a partir de um maior conhecimento. Porém, do jeito que a carruagem vai indo (com tanta banalização do sexo, da figura feminina, da música e do comportamento em geral), fica difícil conhecer melhor a outra pessoa - estou falando da pessoa em si, não apenas de seu corpo. Observar, buscar respostas e admirar o sexo oposto pode ajudar - e muito - nessa procura pela compreensão daquele ser que mais parece de outro mundo.

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Livro bacana que trata do assunto:

Por que os homens mentem e as mulheres choram?, de Allan & Barbara Pease. Sextante, 2003.

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